{"id":1780,"date":"2024-01-18T14:07:40","date_gmt":"2024-01-18T17:07:40","guid":{"rendered":"https:\/\/www.fiemg.com.br\/regional-vale-do-paranaiba\/?post_type=noticias&#038;p=1780"},"modified":"2024-07-29T11:34:33","modified_gmt":"2024-07-29T14:34:33","slug":"sindarroz-e-cit-produzem-arroz-doce-industrializado","status":"publish","type":"noticias","link":"https:\/\/www.fiemg.com.br\/regional-vale-do-paranaiba\/noticias\/sindarroz-e-cit-produzem-arroz-doce-industrializado\/","title":{"rendered":"Lan\u00e7amento do arroz doce industrializado produzido pelo CIT est\u00e1 previsto para abril deste ano"},"content":{"rendered":"\n<figure class=\"wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex\">\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" width=\"730\" height=\"365\" data-id=\"2319\" src=\"https:\/\/www.fiemg.com.br\/regional-vale-do-paranaiba\/wp-content\/uploads\/sites\/24\/2024\/01\/Arroz-Doce-foto-GettyImages-730x365-1.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-2319\" srcset=\"https:\/\/www.fiemg.com.br\/regional-vale-do-paranaiba\/wp-content\/uploads\/sites\/24\/2024\/01\/Arroz-Doce-foto-GettyImages-730x365-1.jpg 730w, https:\/\/www.fiemg.com.br\/regional-vale-do-paranaiba\/wp-content\/uploads\/sites\/24\/2024\/01\/Arroz-Doce-foto-GettyImages-730x365-1-300x150.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 730px) 100vw, 730px\" \/><\/figure>\n<\/figure>\n\n\n\n<p>                A ideia de produzir o arroz doce pronto para consumo nas g\u00f4ndolas dos supermercados e sem a necessidade de refrigera\u00e7\u00e3o foi do empres\u00e1rio e presidente do Sindarroz (Sindicato da Ind\u00fastria de Arroz do Estado de Minas Gerais), Jorge Tadeu Ara\u00fajo Meirelles e come\u00e7ou a ser desenvolvida em maio de 2020. Atuante no ramo h\u00e1 mais de 30 anos e conhecedor da cadeia produtiva do arroz, Jorge Tadeu possui boas mem\u00f3rias quando o assunto \u00e9 o arroz doce. \u201cMinha m\u00e3e sempre fazia nas reuni\u00f5es de fam\u00edlia, para celebrar alguma comemora\u00e7\u00e3o, e ficava sempre aquele gostinho de quero mais. E produzir o arroz doce para o consumo em si, sempre foi um sonho meu e eu acredito muito no potencial do produto.\u201d disse.<br>            E para viabilizar a comercializa\u00e7\u00e3o e distribui\u00e7\u00e3o da iguaria pelos supermercados, o projeto ganhou uma nova parceria, a Condimentos Portuense, ind\u00fastria do setor aliment\u00edcio da cidade de Juiz de Fora, zona da mata mineira. O lan\u00e7amento pro mercado est\u00e1 previsto para abril deste ano.<br>Para Fl\u00e1via Gonzaga, diretora de vendas da ind\u00fastria, o projeto est\u00e1 apto para crescer e ganhar o gosto dos consumidores. \u201cA parceria vem de uma oportunidade de interesses, eu como industriaria e o presidente do Sindarroz como fornecedor. Nosso objetivo \u00e9 industrializar, comercializar e exportar o produto. A ideia da canela vem do fato da Portuense trabalhar com as especiarias, e o tradicional arroz doce da vov\u00f3 ser com a canelinha, al\u00e9m do que a canela ajuda a dar mais consist\u00eancia. A Portuense est\u00e1 em fase de adapta\u00e7\u00e3o para a produ\u00e7\u00e3o da iguaria, j\u00e1 que \u00e9 necess\u00e1rio um espa\u00e7o exclusivo que n\u00e3o se misture com os demais produtos da empresa, que \u00e9 focada em temperos e afins.\u201d disse a empres\u00e1ria.<br>                  O novo \u201cshelflife\u201d, ou seja, o tempo de vida do produto, est\u00e1 estimado para 12 meses, at\u00e9 o momento, foi alcan\u00e7ado atrav\u00e9s dos testes, segundo o idealizador Jorge Tadeu Meirelles, o per\u00edodo de 8 meses.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-left\"><strong>O projeto: ideia inicial, objetivo e parceiros.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-left\"><br>Aliada ao conhecimento e experi\u00eancia do empres\u00e1rio Jorge Tadeu, a economista Rita de C\u00e1ssia Ferreira Meirelles foi a respons\u00e1vel por desenvolver o projeto oficial nos moldes exigidos para que a produ\u00e7\u00e3o pudesse ser realizada. Segundo Rita, que tem vasta experi\u00eancia em assessoria e gest\u00e3o de neg\u00f3cios inovadores, a ideia do arroz doce se fortaleceu ap\u00f3s uma miss\u00e3o empresarial realizada na China em 2017.<br>\u201cA ideia do arroz doce ganhou ainda mais for\u00e7a depois de uma miss\u00e3o empresarial que fizemos para a China em meados de 2017, por conta de um projeto tamb\u00e9m relacionado ao mercado de arroz que realizei sobre o sindicato do arroz. Esse primeiro projeto pude ter mais contato e me aperfei\u00e7oar mais sobre a cultura e oportunidades da cadeia produtiva do arroz, inclusive de outros pa\u00edses.\u201d afirmou.<br>Ainda segundo Rita de C\u00e1ssia, o objetivo \u00e9 que mais pessoas possam ter acesso a sobremesa de forma pr\u00e1tica, al\u00e9m de agregar valor a mat\u00e9ria prima e ter um projeto sustent\u00e1vel; estes foram os pilares que motivaram o projeto. \u201cNosso desejo \u00e9 que mais pessoas possam ter acesso a sobremesa que sempre representou um momento festivo e de boas-vindas em nossa fam\u00edlia.\u201d<br>O primeiro passo segundo a economista, foi verificar um estudo de viabilidade, a partir do levantamento das pessoas impactadas no projeto e \u00e0quelas institui\u00e7\u00f5es que poderiam auxiliar no desenvolvimento do mesmo, os requisitos, exig\u00eancias e bons procedimentos. Nesta fase, al\u00e9m da estrutura\u00e7\u00e3o e planejamento do projeto, foi avaliado o mercado em quest\u00e3o, an\u00e1lise SWOT, detalhamento das fases e parcerias para o desenvolvimento do neg\u00f3cio.<br>O projeto j\u00e1 contou com testes preliminares e a aceita\u00e7\u00e3o do p\u00fablico \u00e9 considerada positiva; o teste gustativo realizado no CIT apontou a inten\u00e7\u00e3o de compra em 77% dos 85 consumidores que experimentaram o produto.<br>Para Jorge Tadeu o diferencial foi o processo inovador para a fabrica\u00e7\u00e3o do arroz doce, de forma que ele possa ser acondicionado sob a temperatura ambiente (shelf-stable), o que facilita a log\u00edstica e a distribui\u00e7\u00e3o do produto. Outro diferencial \u00e9 a utiliza\u00e7\u00e3o em sua formula\u00e7\u00e3o de um subproduto da ind\u00fastria de arroz para elabora\u00e7\u00e3o de um produto de alto valor agregado. Com isso, o projeto do arroz doce tem com uma de suas metas, colaborar com a alimenta\u00e7\u00e3o de uma popula\u00e7\u00e3o crescente, estimada em 9,6 bilh\u00f5es em 2050 (ONU, 2013) e eliminar o descarte de subprodutos, confira os principais pilares:<br>-MOTIVA\u00c7\u00c3O: Produto acondicionado sob a temperatura ambiente (shelf-stable) e utiliza\u00e7\u00e3o de subproduto da ind\u00fastria de arroz para elabora\u00e7\u00e3o de produto de alto valor agregado<br>-IMPACTO: Facilidade na distribui\u00e7\u00e3o e baixo custo de produ\u00e7\u00e3o com a utiliza\u00e7\u00e3o de ingredientes sem valor substantivo de mercado, mas com qualidade consistente.<br>-TECNOLOGIA: Produto est\u00e1vel em temperatura ambiente. Log\u00edstica e Praticidade<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Desenvolvimento: pesquisas e testes at\u00e9 a f\u00f3rmula ser atingida<\/strong><br>O tipo de leite, o tipo do a\u00e7\u00facar, a quantidade de cada ingrediente, o ponto do cozimento do arroz, entre outros detalhes que remanejados e testados entre si geraram a receita que j\u00e1 est\u00e1 fazendo sucesso nas degusta\u00e7\u00f5es.<br>Foram mais de 30 formula\u00e7\u00f5es desenvolvidas para que a cremosidade, textura e colora\u00e7\u00e3o fossem atingidas e aprovadas pela equipe envolvida. Para Morgana Zimmermann, pesquisadora l\u00edder do CIT, a produ\u00e7\u00e3o do arroz doce em quest\u00e3o trouxe um desafio tecnol\u00f3gico muito grande em especial porque o desenvolvimento do produto \u00e9 para que ele n\u00e3o fique na geladeira, e sim, na g\u00f4ndola comum.<br>\u201cO arroz degrada muito r\u00e1pido ap\u00f3s ser cozido, e a refrigera\u00e7\u00e3o impactaria em custo muito alto, assim, trabalhamos para que o produto ficasse est\u00e1vel em temperatura ambiente.\u201d disse Zimmermann que tem doutorado em engenharia de alimentos pela UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina). Ainda segundo Zimmermann, ap\u00f3s as apresenta\u00e7\u00f5es do produto em reuni\u00f5es da FIEMG, a pergunta mais falada devido a satisfa\u00e7\u00e3o ao experimentarem o produto foi a seguinte \u201cQuando teremos o produto dispon\u00edvel no mercado?\u201d<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Conceitos visuais: casa de v\u00f3, tradicional, cozinha mineira, sabor<\/strong><br><br>Conforme citado acima, o anseio do idealizador Jorge Tadeu era associar a sobremesa ao conceito e sensa\u00e7\u00e3o de lar, reuni\u00e3o em fam\u00edlia, casa de v\u00f3. E essa foi a miss\u00e3o atribu\u00edda ao Centro de Design do CIT.<br>Al\u00e9m de criar este sentido afetivo que \u00e9 uma das premissas do projeto, o design do produto teria tamb\u00e9m que chamar a aten\u00e7\u00e3o das pessoas, j\u00e1 que n\u00e3o \u00e9 comum encontrar a sobremesa em um local n\u00e3o refrigerado. Eurico Figueredo, designer do CIT, contou que foi realizada uma pesquisa juntamente com diversas tentativas at\u00e9 que o r\u00f3tulo ficasse pronto.<br>\u201cO Jorge procurou a gente para desenvolvermos o r\u00f3tulo, em especial porque n\u00f3s n\u00e3o estamos habituados a ver arroz doce na prateleira do mercado. A quest\u00e3o era: \u2018Como fazer com que a pessoa reconhecesse aquilo como arroz doce?\u2019 Este foi o ponto de partida, a gente precisava que as pessoas vissem as palavras arroz doce na prateleira. As pessoas teriam que comprar pelo frasco, e assim lembrar do arroz da av\u00f3. A inspira\u00e7\u00e3o era a cozinha.\u2018Como seria a cozinha de uma v\u00f3 mineira que faria esse arroz doce?\u2019. A partir da\u00ed, realizamos uma pesquisa e fomos chegando em elementos como o babado do pano de prato, ladrilho e a textura.\u201d<br>Cada cor da paleta criada especificamente para o arroz doce tem uma refer\u00eancia espec\u00edfica: o azul se remete aos casar\u00f5es coloniais, o caramelo \u00e9 referente \u00e0 canela, e os tons de marrom associam-se a fog\u00e3o a lenha, a madeira ou at\u00e9 mesmo o \u2018queimadinho\u2019 trazido por algumas receitas. Assim, reunidos de uma forma criativa, estes \u00edcones conseguiriam acessar mem\u00f3rias e boas lembran\u00e7as do passado.<br>Os primeiros feedbacks em rela\u00e7\u00e3o ao r\u00f3tulo foram positivos. Ainda segundo Figueredo, o p\u00fablico relata que \u00e9 poss\u00edvel perceber o carinho e a dedica\u00e7\u00e3o na pr\u00f3pria embalagem. \u201cMuitos disseram que parece um mimo.\u201d relatou o designer.<\/p>\n","protected":false},"featured_media":1782,"template":"","categories":[],"tags":[],"class_list":["post-1780","noticias","type-noticias","status-publish","has-post-thumbnail","hentry"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v26.2 - https:\/\/yoast.com\/wordpress\/plugins\/seo\/ -->\n<title>Lan\u00e7amento do arroz doce industrializado produzido pelo CIT est\u00e1 previsto para abril deste ano - Regional Vale do Parana\u00edba<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/www.fiemg.com.br\/regional-vale-do-paranaiba\/noticias\/sindarroz-e-cit-produzem-arroz-doce-industrializado\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"Lan\u00e7amento do arroz doce industrializado produzido pelo CIT est\u00e1 previsto para abril deste ano - Regional Vale do Parana\u00edba\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"A ideia de produzir o arroz doce pronto para consumo nas g\u00f4ndolas dos supermercados e sem a necessidade de refrigera\u00e7\u00e3o foi do empres\u00e1rio e presidente do Sindarroz (Sindicato da Ind\u00fastria de Arroz do Estado de Minas Gerais), Jorge Tadeu Ara\u00fajo Meirelles e come\u00e7ou a ser desenvolvida em maio de 2020. 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