Pular para o conteúdo
  • Início
  • FIEMG
  • CIEMG
  • SESI
  • SENAI
  • IEL
  • CIT
  • Início
  • FIEMG
  • CIEMG
  • SESI
  • SENAI
  • IEL
  • CIT
  • Institucional
  • Regionais
    • Regional Alto Paranaíba
    • Regional Centro Oeste
    • Regional Norte
    • Regional pontal do triangulo
    • Regional Rio Doce
    • Regional Sul
    • Regional Vale do Aço
    • Regional Vale do Jequitinhonha
    • Regional Vale do Paranaíba
    • Regional Vale do Rio Grande
    • Regional Zona da Mata
    • Sede
  • Associativismo
  • Transparência
    • SESI
    • SENAI
  • Fale Conosco
  • Institucional
  • Regionais
    • Regional Alto Paranaíba
    • Regional Centro Oeste
    • Regional Norte
    • Regional pontal do triangulo
    • Regional Rio Doce
    • Regional Sul
    • Regional Vale do Aço
    • Regional Vale do Jequitinhonha
    • Regional Vale do Paranaíba
    • Regional Vale do Rio Grande
    • Regional Zona da Mata
    • Sede
  • Associativismo
  • Transparência
    • SESI
    • SENAI
  • Fale Conosco
FIEMG
  • Desenvolvimento Sindical
  • Credifiemg
  • Sindicatos Empresariais
  • Dúvidas Frequentes
  • Fale conosco
  • Desenvolvimento Sindical
  • Credifiemg
  • Sindicatos Empresariais
  • Dúvidas Frequentes
  • Fale conosco

Início » SINDIFER promove debate sobre  “Taxa de Fronteira”, e reforça estratégia para o ferro-gusa brasileiro

Notícias
Desenvolvimento Industrial

SINDIFER promove debate sobre EU-CBAM e reforça estratégia para o ferro-gusa brasileiro

Por denisesilva
  • 27/02/2026
  • | 8:39 AM
Fotos: Sebastião Jacinto Junior

O Sindicato da Indústria do Ferro no Estado de Minas Gerais (SINDIFER), em parceria com a International Iron Metalliscs Association (IIMA), associação que tem sede no Reino Unido, realizou no dia 25 de fevereiro, na sede da FIEMG, em Belo Horizonte, o 1º workshop internacional para analisar os impactos da entrada em vigor do EU-CBAM sobre o setor de ferro-gusa no Brasil, com ênfase na de Minas Gerais, cuja produção representa quase 70 % da produção brasileira. A iniciativa, pioneira, reuniu produtores, técnicos, especialistas e representantes do mercado (traders e representante de indústrias dos países Europeus) para uma avaliação estratégica inicial das novas exigências europeias.

Na abertura, o presidente do SINDIFER, Fausto Varela, destacou o alcance global da discussão. “Estamos com pessoas na China, no Japão, na Europa e em outras regiões do mundo”, afirmou, ao saudar e agradecer a participação de convidados que acompanharam o encontro de forma remota. Varela também reforçou o peso das indústrias de Minas Gerais no contexto nacional. Segundo ele, a produção nacional, que conta com 60 plantas industriais, está distribuída entre 4 polos industriais: o Norte/Nordeste, o do Mato Grosso do Sul, o do Espírito Santo e o de Minas Gerais, que concentra 50 plantas industriais em operação e responde por cerca de 70% da produção brasileira. O dirigente chamou atenção para o uso do carvão vegetal como termo redutor, o que é um grande diferencial em relação ao ferro-gusa produzido em outros paises. “É uma um grande diferencia uma vantagem competitiva, pois nos garante uma pegada de carbono significativamente menor e nos posiciona de forma estratégica diante das exigências globais por sustentabilidade”, afirmou, ressaltando que, em 2025, 78,4% da produção foi destinada à exportação.

Por videoconferência, o secretário-geral da IIMA, John Atherton, ressaltou que o Mecanismo de Ajuste de Carbono na Fronteira representa um momento de transição para a indústria. “Trata-se, ao mesmo tempo, de um desafio e de uma oportunidade no caminho rumo à produção de aço carbono neutro”, disse. Atherton destacou que a medida busca evitar o vazamento de carbono e incentivar práticas mais limpas. “Os produtores brasileiros são reconhecidos não apenas por sua capacidade industrial, mas também pelo uso de biomassa renovável em determinados processos”, afirmou.

O workshop foi estruturado em três painéis, sendo o primeiro dedicado aos aspectos técnicos. A mediação ficou a cargo de Fausto Varela e contou com a participação de Paulo Carvalho, managing director da DecarbValue Limited, de Londres, que veio especialmente ao Brasil para contribuir com o debate, e Marcelo Rocha, diretor da Fábrica Ethica Brasil e consultor do SINDIFER e da IIMA.

Em sua apresentação, Carvalho organizou a análise em três eixos centrais: divisão de risco, custo evitado e incerteza com potencial de oportunidade. “Existe um risco regulatório e precisamos dividir esse risco”, afirmou. Segundo ele, a redução das despesas associadas ao CBAM deve ser encarada como geração de valor para as empresas. “Reduzir custo é o mesmo que colocar dinheiro na mesa”, destacou. O especialista também lembrou que as obrigações passam a valer a partir de janeiro de 2026 e que o primeiro ciclo de ajustes se encerra em setembro de 2027.

Já Rocha, detalhou os critérios técnicos. Ele explicou que a regulamentação publicada em dezembro de 2025 define as emissões incorporadas como aquelas relacionadas ao processo produtivo e aos insumos utilizados. “Não se trata de verificar tonelada por tonelada. O mais razoável é consolidar os dados da produção de 2026 e submetê-los à verificação”, afirmou. Rocha ressaltou que o cálculo considera apenas CO₂. “O metano da carbonização não entra no cálculo. O foco é exclusivamente CO₂ no alto-forno”, disse. Ele também destacou que o carvão vegetal utilizado como agente redutor pode ser classificado como zero rated, sem aplicação dos critérios RED II, conforme orientação europeia.

O segundo painel, que teve o viés comercial, contou com a participação de Guilherme Costa, representative officer no Brasil da Carbones Holding GmbH, e por Holger Sankowski, da Hargreaves Raw Material Services GmbH. Para Costa, mostrando a visão das Traders europeia sobre o tema; no final enfatizaram que o momento é decisivo. “Há empresas que produzem há 50 anos com a lógica do chamado gusa verde. Existe uma expectativa legítima de que esse histórico se traduza em vantagem competitiva concreta na Europa”, afirmou. Ele ponderou que nem todos os produtores estão preparados. “O CBAM tende a separar quem fez o dever de casa de quem não fez. Haverá uma seleção natural no mercado”, avaliou.

O terceiro painel foi dedicado à contabilização das emissões e contou com a participação de Juanjuan Yao, diretora comercial do IVL Instituto Sueco de Pesquisa Ambiental, com sede em Pequim, e representante do Sistema Internacional de Declaração de Produto Ambiental (EPD). Ela apresentou as ações e desafios da China diante do CBAM. No âmbito governamental, destacou a ampliação do mercado nacional de comércio de emissões, que passou a incluir aço, cimento e alumínio em 2025, abrangendo mais de 60% das emissões do país. Também mencionou a criação de um banco de dados de fatores de pegada de carbono, com foco no setor elétrico. No nível empresarial, siderúrgicas como He Steel e BaoWu desenvolvem ferramentas digitais próprias para cálculo do CBAM. Entre os principais desafios, apontou a dificuldade de pequenas empresas em obter dados específicos da cadeia de suprimentos e as exigências de verificação.

No encerramento, Fausto Varela afirmou que o workshop atingiu seu objetivo ao ampliar o conhecimento sobre o tema e evidenciar as diversas oportunidades para o setor. Segundo ele, o encontro também reforçou que é preciso ‘fazer o dever de casa’ para avançar. “Por se tratar do primeiro evento sobre um tema complexo, já sabíamos que não sairíamos com todas as respostas. Ainda assim, o workshop foi fundamental para aprofundar o debate, fortalecer o embasamento técnico e ampliar a compreensão sobre o assunto. Seguiremos atentos aos desdobramentos e, se necessário, poderemos promover novas iniciativas para dar continuidade a essa discussão”, destacou.”

Confira as fotos do workshop no Flickr do Sistema FIEMG.

Denise Lucas
Imprensa FIEMG

últimas notícias

conselho de relações
Cenários e conexões na pauta da Câmara da Comunicação
27/02/2026
Leia mais
Thumb_Sistema-FIEMG-01
FIEMG Regional Zona da Mata manifesta solidariedade às cidades atingidas pelas chuvas
24/02/2026
Leia mais
jornada-nacional-inovacao-fiemg-cni
Jornada debate inovação na indústria mineira
20/02/2026
Leia mais
Não há nenhuma notícia
Mais Notícias

Serviço de Atendimento ao Cidadão:

0800 181 8189

Ouvidoria:

0800 882 2525

Recepção Sede:

(31) 3263 4200

Horário de funcionamento:
Segunda a sexta-feira das 8h às 17h
Exceto feriados nacionais e locais.

crc@fiemg.com.br

Conheça a Associativismo

Fale Conosco

Intranet

Gestão 2022-2025

Trabalhe Conosco

Estatuto FIEMG

Ouvidoria

Aviso de Privacidade e
Proteção de Dados

Integridade

Política de Segurança da Informação

Sindicatos Filiados

Calendário da Indústria

Pagamento RPA

Pagamento a Empresas

Licitações e Compras

Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais
Av. do Contorno, 4456 – Funcionários
Belo Horizonte/MG – CEP: 30110-028

Instagram Linkedin Youtube X-twitter Facebook Flickr Spotify
⤒