O Conselho de Política Econômica da FIEMG realizou, nesta quinta-feira (24/9), uma reunião com participação de lideranças empresariais e especialistas para debater o cenário econômico brasileiro, os desafios da indústria e as perspectivas para os próximos ciclos. O encontro reuniu representantes do setor produtivo para discutir temas estratégicos relacionados ao desenvolvimento econômico e à competitividade industrial.
A agenda contou com a participação de Rogério Mascarenhas, presidente do Conselho de Política Econômica da FIEMG; Márcio Lima, vice-presidente sênior na Stellantis South America e vice-presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea); e Cristiano Noronha, vice-presidente da Arko Advice.
Durante a reunião, foram abordados temas como ambiente econômico, inovação, competitividade, investimentos e os impactos dos cenários político e institucional para as empresas.
Na abertura do encontro, Rogério Mascarenhas destacou a importância do Conselho como espaço de diálogo e análise de temas relevantes para a indústria. “Espaços como este são fundamentais para promover o diálogo entre a indústria, especialistas e representantes de diferentes setores. A troca de informações contribui para ampliar a compreensão sobre os desafios econômicos e apoiar decisões estratégicas para o setor produtivo”, afirmou Mascarenhas.
Ao abordar as perspectivas para o setor automotivo, Márcio Lima ressaltou o papel da inovação e da competitividade para o fortalecimento da indústria brasileira. “O setor industrial vive um momento de mudanças e novas oportunidades, marcado pela inovação e pela transformação dos modelos de negócio. O debate conjunto entre empresas, entidades e especialistas é essencial para fortalecer a competitividade da indústria brasileira”, destacou Lima.
Na sequência, Cristiano Noronha apresentou uma análise sobre o cenário político e econômico nacional e reforçou a importância do acompanhamento das conjunturas que impactam o ambiente de negócios. “A análise dos cenários econômico e político é uma ferramenta importante para que empresas e instituições possam acompanhar tendências, avaliar impactos e se preparar para diferentes conjunturas”, explicou Noronha.
Imprensa FIEMG