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Início » CIT Senai ITR recebe primeiro lote nacional de terras raras para produção de ímãs

Notícias
Desenvolvimento Industrial

CIT Senai ITR recebe primeiro lote nacional de terras raras para produção de ímãs

Lote de 20 quilos de carbonato de terras raras foi entregue pela mineradora Meteoric

Por Ana Paula de Oliveira Costa Motta
  • 05/03/2026
  • | 2:50 PM

O Centro de Inovação e Tecnologia para Ímãs de Terras Raras (CIT Senai ITR), em Lagoa Santa (MG), na Grande BH, recebeu, na última sexta-feira (27/2), um lote de 20 quilos de carbonato de terras raras entregue pela mineradora Meteoric. Essa entrega marca o desenvolvimento das pesquisas com material nacional. É o primeiro lote de carbonato obtido a partir de extração em terras brasileiras que o projeto recebe. O laboratório costuma usar material importado da China.

O Brasil dá um passo inédito na disputa global por terras raras, minerais estratégicos usados na fabricação de carros elétricos, turbinas eólicas e eletrônicos. Pela primeira vez, um laboratório brasileiro começou a testar a produção de ímãs de alta potência com matéria-prima extraída no próprio país, na busca de criar uma cadeia produtiva nacional desses materiais, hoje dominada por outros países.

O carbonato de terras raras é o resultado da lixiviação (processo de lavagem) da argila iônica e é um composto intermediário, obtido antes da separação dos elementos de terras raras. O material destinado ao CIT Senai ITR é resultado dos testes de processos de extração realizados na planta piloto da mineradora, inaugurada em dezembro, em Poços de Caldas (MG). 

O carbonato foi obtido a partir de amostras de argila iônica coletadas durante pesquisa sobre terras raras na região do Planalto Vulcânico de Poços de Caldas. A empresa está em fase de licenciamento para a construção da mina. 

De acordo com o coordenador do CIT Senai ITR, André Luis Pimenta de Faria, a entrega do material representa um avanço concreto para o desenvolvimento tecnológico nacional. “Essa entrega representa um passo concreto dentro do projeto MagBras, que é a iniciativa estruturante para desenvolver no Brasil a cadeia completa de ímãs permanentes de NdFeB, da matéria-prima mineral até o ímã final”. 

O MagBras é fomentado pelo Programa MOVER, com recursos operados pelo SENAI Departamento Nacional e pela FUNDEP, envolvendo diferentes instituições de ciência e tecnologia. “No caso específico do  Instituto SENAI de Inovação (ISI) em Processamento e do CIT SENAI ITR, nosso papel é atuar nas etapas de beneficiamento inicial dos minérios e na produção de ligas, chegando à fabricação dos ímãs”, complementa André Pimenta.

Com essa remessa, as Instituições Científicas e Tecnológicas (ICTs) do projeto passam a ter a oportunidade de trabalhar com matéria-prima de origem nacional nas etapas de obtenção de óxidos puros de terras raras, redução para metal, produção de liga e fabricação de ímãs de NdFeB. Isso é extremamente relevante porque nos permite validar, em escala piloto, a rota tecnológica utilizando terras raras brasileiras.

“Nossa expectativa é que a parceria seja de longo prazo. O desenvolvimento de uma cadeia nacional de ímãs exige previsibilidade de fornecimento e cooperação técnica contínua entre mineração e indústria de transformação. Ao mesmo tempo, neste momento de transição, o CIT SENAI ITR continuará trabalhando também com materiais importados. Isso é importante para garantir continuidade dos projetos, comparabilidade técnica e segurança de fornecimento, até que o Brasil consolide sua própria produção em escala industrial”, ressalta.

“O que estamos construindo agora é a base tecnológica e industrial para que, no futuro próximo, o país possa transformar seus próprios minerais estratégicos em produtos de alto valor agregado, como os ímãs permanentes utilizados em motores elétricos, geração de energia e mobilidade elétrica”, conclui Pimenta.

Desenvolvimento para o futuro

O CIT Senai ITR é a primeira fábrica de ímãs permanentes da América Latina e faz parte do projeto MagBras, uma aliança formada por empresas, startups, centros de inovação, instituições de pesquisa, universidades e fundações de apoio que tem como objetivo estabelecer uma cadeia produtiva completa e permanente de terras raras no país, da matéria-prima mineral até o ímã final, que são essenciais para a montagem de motores de veículos elétricos, turbinas eólicas, smartphones, computadores, equipamentos de ressonância magnética e componentes industriais de automação.

A entrega do material faz parte de um acordo de parceria de cinco anos, assinado pelo CIT SENAI ITR e pela Meteoric, em 2024. Desde a sua inauguração em 2025, o ITR também recebeu amostras de óxidos puros fornecidos pela Viridion, empresa do grupo da mineradora Veridis, instalada em Poços de Caldas, retirados a partir de ímãs recolhidos no Brasil e reciclados na Irlanda, e uma amostra de oxalato da St George, também a partir de minério nacional.

Marina Rigueira
Imprensa FIEMG

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