Provando seu compromisso permanente em preservar o meio ambiente e reduzir a emissão de gases de efeito estufa, a Federação das Indústrias de Minas Gerais (FIEMG) recebeu o “Certificado de Energia Renovável da CEMIG, na última quinta-feira (10/8), no Centro de Inovação e Tecnologia do SENAI, em Belo Horizonte.

Na ocasião, o presidente da Federação, Flávio Roscoe, recebeu a placa das mãos do superintendente do Mercado Livre de Energia da CEMIG, Túlio Randazzo Rabelo, ressaltando a importância do reconhecimento, uma vez que, a Federação mineira se torna a primeira a ter um Certificado de Energia Renovável do Brasil, garantindo rastreabilidade no uso de energia elétrica 100% renovável.

“O certificado CEMIG REC é uma respeitável garantia de que toda a energia consumida pela FIEMG é proveniente de fontes renováveis, contribuindo significativamente para a redução das emissões de gases de efeito estufa e a luta contra as mudanças climáticas”, define Roscoe.

O título vem de um esforço conjunto entre as gerências de energia e de engenharia da FIEMG, que, desde 2020, trabalha para reduzir os custos de energia elétrica em toda a estrutura do Sistema FIEMG, incluindo todas as unidades do SESI e do SENAI.

Flávio Roscoe afirma que os resultados foram notáveis, diante de uma economia de mais de R$ 5,5 milhões nas faturas de energia até o atual momento. “Essa economia substancial foi alcançada graças à nossa estratégia de aderir ao Mercado Livre de energia nas unidades de maior porte e de implantar a Geração Distribuída para beneficiar as demais unidades”, diz.

O certificado tem o objetido de demonstrar que consumir uma energia isenta de taxas de emissão é contribuir diretamente para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável nº 7 e 13 estabelecidos pelas Nações Unidas (ONU). “Além de nos orgulhar, esse certificado é um testemunho tangível do nosso compromisso permanente em fazer a nossa parte para garantir uma energia acessível e limpa e dar o nosso exemplo no combate às alterações climáticas”, finaliza o presidente da Federação.

Ana Paula Motta
Imprensa FIEMG