A Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (FIEMG) manifesta preocupação com a possibilidade de derrubada do Veto nº 3/2025, referente à Lei das Eólicas Offshore, pelo Congresso Nacional. O tema está previsto na pauta do Congresso desta quinta-feira (18/06).
A entidade defende a manutenção dos dispositivos vetados por considerar que sua derrubada pode gerar impactos expressivos nas tarifas de energia elétrica, com prejuízos para a sociedade, para o setor produtivo e para a transição energética brasileira.
“A derrubada desses vetos pode custar R$ 550 bilhões até 2050, elevando a conta de luz dos brasileiros em até 9%. Estamos falando de custos que serão suportados por famílias e pelo setor produtivo, reduzindo a competitividade da indústria nacional e pressionando ainda mais a inflação”, alerta Sérgio Pataca, consultor de Mercado de Energia da FIEMG.
Além dos impactos tarifários, a FIEMG avalia que a derrubada do veto representa um retrocesso ambiental, ao estimular a permanência de fontes fósseis mais caras e poluentes na matriz elétrica brasileira por décadas.
Diante desse cenário, a Federação defende que os parlamentares mantenham os dispositivos do Veto nº 3/2025 e reafirmem o compromisso com a sociedade, com a competitividade da economia e com um setor elétrico moderno, eficiente e sustentável.
Imprensa FIEMG