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Início » Chuvas provocam prejuízos milionários e impactam produção industrial na Zona da Mata mineira

Notícias

Chuvas provocam prejuízos milionários e impactam produção industrial na Zona da Mata mineira

Levantamento aponta paralisação de empresas, perdas superiores a R$ 16 milhões e milhares de empregos ameaçados no polo moveleiro de Ubá

Por ctarcia
  • 04/03/2026
  • | 9:15 AM
Fotos: Tânia Rêgo/Agência Brasil


As fortes chuvas registradas no fim de fevereiro provocaram impactos expressivos na atividade industrial da Zona da Mata mineira, especialmente no polo moveleiro de Ubá, um dos mais importantes do país. As enchentes atingiram bairros industriais da cidade, danificando estruturas produtivas, interrompendo operações e gerando prejuízos relevantes para empresas da região.

Levantamento emergencial realizado pelo Sindicato Intermunicipal das Indústrias do Mobiliário de Ubá (Intersind) aponta que ao menos 34 empresas foram afetadas direta ou indiretamente pelas inundações. Somadas, elas concentram cerca de 2.847 trabalhadores, cujos postos de trabalho estão potencialmente ameaçados em função da paralisação total ou parcial das atividades produtivas. O relatório foi consolidado pela entidade no dia 3 de março e para conferir o documento completo acesse ESTE LINK.

Entre as empresas que responderam ao diagnóstico inicial, 55% informaram paralisação total das operações, enquanto 42% registraram paralisação temporária. Em muitos casos, o prazo de retomada ainda é indefinido, o que amplia o nível de incerteza para o setor produtivo.

Os danos incluem alagamento de galpões industriais, perda de estoques, comprometimento de máquinas e equipamentos, além de prejuízos à infraestrutura das empresas. As estimativas iniciais indicam perdas materiais mínimas de cerca de R$ 16 milhões, podendo ultrapassar R$ 35 milhões à medida que novas empresas concluam seus levantamentos internos.

Além dos impactos diretos na indústria, a paralisação parcial do polo moveleiro gera efeitos em cadeia sobre a economia regional, afetando fornecedores, transportadoras, prestadores de serviços e o comércio local. A interrupção das atividades também pode provocar redução na arrecadação tributária municipal e estadual, devido à queda no volume de produção e nas vendas.

O presidente do Sindicato Intermunicipal das Indústrias do Mobiliário de Ubá (Intersind), Gilberto Coelho, ressalta que o impacto das chuvas foi particularmente significativo para a cidade, que abriga um dos maiores polos moveleiros do país. “As fortes chuvas que atingiram a Zona da Mata, especialmente Ubá, causaram um forte impacto na nossa economia. A cidade abriga hoje o terceiro maior polo moveleiro do Brasil, com grande concentração de empresas do setor”, afirma.

Segundo ele, o levantamento inicial aponta danos relevantes em diversas indústrias. “Já identificamos 34 indústrias atingidas pelas inundações, muitas delas com perdas praticamente totais dentro das instalações. Ainda estamos apurando a extensão dos danos, pois há pequenas empresas que ainda não conseguiram registrar suas ocorrências. Também enfrentamos dificuldades de acesso a algumas regiões, devido a danos em pontes e vias importantes da cidade”, explica.

Apesar do cenário desafiador, Coelho destaca a capacidade de reação do setor moveleiro local.“Por se tratar de um polo geograficamente pulverizado, nem todas as empresas foram afetadas. Atualmente, mais de 80% das indústrias já estão funcionando normalmente e seus colaboradores já retornaram às atividades, operando em plena capacidade. Isso demonstra a capacidade de reação do nosso polo e do nosso setor”, afirma.

Ele também ressalta que os impactos das enchentes não ficaram restritos à indústria moveleira.“O impacto econômico é expressivo e não atingiu apenas o setor industrial. O comércio de Ubá também foi duramente afetado. Mais de 400 estabelecimentos foram invadidos pela água, muitos deles perderam praticamente tudo, o que gera reflexos diretos no emprego e na renda da economia local”, diz.

Para o dirigente, o momento exige união entre setor produtivo, poder público e sociedade. “É um momento desafiador, mas também de união e reconstrução do nosso polo e da nossa cidade. Tenho certeza de que, com o apoio dos governantes e a coragem dos nossos empreendedores, vamos superar esse momento e retomar plenamente nossa atividade”, conclui.

A presidente da FIEMG Regional Zona da Mata, Mariângela Marcon, destaca que os efeitos das chuvas ultrapassam os danos estruturais e atingem diretamente a dinâmica econômica não apenas de Ubá, mas de toda a região. “Como amplamente divulgado, as chuvas trouxeram prejuízos importantes ao setor produtivo da Zona da Mata, com impactos que vão além das estruturas físicas. Estamos falando de empresas que sustentam milhares de empregos e movimentam cadeias produtivas em todo o estado”, afirma.

Segundo ela, a FIEMG atuou de forma imediata para mapear os danos e articular soluções junto ao poder público.“A FIEMG realizou um diagnóstico técnico dos prejuízos e passou a articular, junto às instâncias estadual e federal, medidas que garantam segurança jurídica e fôlego financeiro às indústrias afetadas. Defendemos a prorrogação de prazos, suspensão de atos de cobrança e ampliação do acesso a crédito emergencial”, explica.

Mariângela também ressalta a importância do cumprimento das exigências para acesso aos benefícios anunciados.“Também reforçamos a orientação quanto à emissão de laudos técnicos pelo Corpo de Bombeiros, conforme exigência do Governo do Estado, condição essencial para que as empresas possam acessar os benefícios disponíveis”, diz.

De acordo com ela, a entidade mobilizou diferentes áreas internas para estruturar um plano de apoio às empresas atingidas.“Foi uma ação coordenada envolvendo diversas gerências da FIEMG, da área social à defesa de interesses, para estruturar um plano de ações emergenciais e de curto prazo capaz de colaborar na minimização dos efeitos causados pelas chuvas. Este momento exige sensibilidade, mas também responsabilidade institucional, pois a indústria é pilar do desenvolvimento. Proteger o setor produtivo é proteger empregos, renda e estabilidade econômica”, completa, reforçando que a entidade continuará acompanhando a situação e atuando na defesa do setor produtivo.“Seguiremos firmes na defesa das empresas e dos trabalhadores da Zona da Mata”, conclui.

Da garagem de casa ao polo moveleiro: a trajetória da Plena Estofados – A história da Plena Estofados, em Ubá, representa o perfil empreendedor que caracteriza o polo moveleiro da região. Fundada há cerca de cinco a seis anos, a empresa começou de forma modesta, na garagem da casa do proprietário, Luiz Alexandre Rodrigues. Na época, a produção era artesanal e limitada a poucos pedidos por semana.

Com o passar dos anos, a empresa ampliou a estrutura, contratou colaboradores e passou a atender representantes e clientes de diferentes mercados. Antes da enchente, a fábrica operava em um galpão de aproximadamente 700 metros quadrados e já planejava uma nova expansão para atender à crescente demanda. “A empresa contava com 17 funcionários diretos e 12 costureiras externas, integrando a cadeia produtiva do polo moveleiro de Ubá. Infelizmente, a enchente interrompeu esse processo de crescimento. Perdemos praticamente todas as máquinas e grande parte da matéria-prima, como espuma, fibra e tecidos. Também tivemos prejuízo com cerca de 80 sofás que estavam prontos para entrega, avaliados entre R$ 120 mil e R$ 125 mil”, conta Rodrigues.

“Estamos agora tentando recuperar algumas máquinas que ficaram dentro do galpão e que podem ser restauradas. Conseguimos salvar alguns materiais e recebemos apoio para recomeçar em um galpão emprestado, onde pretendemos retomar a produção aos poucos. É um momento muito difícil, porque vínhamos em um processo de crescimento e geração de empregos. Mesmo assim, seguimos tentando reconstruir a empresa e voltar a produzir o quanto antes”, conclui.

Denise Lucas
Imprensa FIEMG

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