As mulheres estão em busca de se fortalecer profissionalmente, enfrentando desafios e conquistando novos espaços no mercado de trabalho. Um dado importante reflete a crescente busca pela capacitação e igualdade de oportunidades: entre 2023 e 2025, o SENAI MG registrou um aumento de 5% no atendimento às mulheres em cursos de Educação Profissional.
O SENAI possui um programa com foco em inclusão, o Programa SENAI de Ações Inclusivas (PSAI), que desenvolve iniciativas específicas de incentivo à participação feminina, especialmente no pilar Gênero, que tem como objetivo promover a equidade de oportunidades na educação profissional e ampliar a presença de mulheres em áreas industriais, científicas e tecnológicas.
No âmbito do programa, são implementadas ações afirmativas como a oferta de cursos gratuitos ou com bolsas, formação de turmas prioritárias para mulheres, estímulo à inserção feminina em ocupações tradicionalmente masculinizadas — como mecânica, soldagem, eletrotécnica, mineração e tecnologia — além de ações educativas voltadas à superação de estereótipos de gênero no ambiente educacional e profissional.
“Destacam-se, ainda, iniciativas realizadas em parceria com o setor industrial, como o Programa Mulheres Mil, voltado à qualificação profissional e à inclusão produtiva de mulheres em situação de vulnerabilidade social, promovendo autonomia econômica e ampliação das oportunidades de empregabilidade”, salienta a coordenadora de Educação Profissional do SENAI MG.
“Também merece destaque o Programa Pertencer, desenvolvido em parceria com as empresas Milplan Engenharia e Gerdau, que promove a capacitação profissional de mulheres para atuação no setor industrial, contribuindo para a diversidade, inclusão e ampliação da participação feminina nas cadeias produtivas”, acrescenta Lucimara.
“Essas iniciativas reforçam o compromisso do SENAI com a promoção da igualdade de gênero, a inclusão social e o fortalecimento da presença feminina na indústria, alinhando a formação profissional às demandas contemporâneas de diversidade e desenvolvimento sustentável”, conclui.
Marina Rigueira
Imprensa FIEMG