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Início » Novo Desenrola Brasil pode aliviar inadimplência, mas exige atenção aos impactos econômicos, avalia FIEMG

Notícias
Desenvolvimento Industrial

Novo Desenrola Brasil pode aliviar inadimplência, mas exige atenção aos impactos econômicos, avalia FIEMG

Renegociação de dívidas tendem a produzir efeitos predominantemente de curto prazo, sem alterar de forma estrutural a dinâmica de crédito das famílias.

Por Fernanda Melo Dias Borges
  • 07/05/2026
  • | 10:32 AM

A Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (FIEMG) avalia que o Novo Desenrola Brasil, anunciado pelo Governo Federal, pode impactar positivamente a atividade econômica no curto prazo, mas gera preocupações, especialmente no que se refere aos efeitos estruturais sobre o mercado de crédito e o ambiente econômico. Embora a entidade reconheça que a medida é importante para a redução da inadimplência e a recuperação da capacidade financeira das famílias, sobretudo em um contexto ainda marcado por restrições de crédito e elevado custo do capital.

“O endividamento no Brasil tem caráter estrutural e tende a persistir sem avanços consistentes em renda e na redução do custo do crédito. Ao estimular a demanda em um ambiente ainda pressionado, o programa também pode reduzir a potência da política monetária e limitar o espaço para queda adicional dos juros. Este fator aliado à ausência de um componente mais robusto de educação financeira, eleva o risco de recorrência do endividamento e gera incentivos distorcidos na economia, ao acabar privilegiando os maus pagadores”, afirma o economista-chefe da FIEMG, João Gabriel Pio.

A FIEMG recorda que, embora o Desenrola Brasil em 2023 tenha produzido efeitos positivos imediatos sobre a redução da inadimplência e a regularização de registros negativos, os dados mais recentes indicam que tais impactos não se mostraram plenamente sustentáveis ao longo do tempo. A inadimplência da carteira de crédito voltou a apresentar trajetória de alta ao longo de 2025, com destaque para o segmento de pessoas físicas, cuja taxa atingiu 5,42% em fevereiro de 2026, patamar significativamente superior ao observado no período de lançamento do programa anterior.

Esse movimento evidencia uma retomada do endividamento e sugere que medidas centradas exclusivamente na renegociação de dívidas tendem a produzir efeitos predominantemente de curto prazo, sem alterar de forma estrutural a dinâmica de crédito das famílias.

A ampliação do uso de garantias públicas por meio do Fundo Garantidor de Operações (FGO), bem como a mobilização de recursos adicionais, eleva o risco de geração de passivos contingentes, com potenciais impactos sobre a sustentabilidade fiscal no médio prazo. Ainda que tais efeitos não sejam imediatos, sua magnitude exige acompanhamento rigoroso.

Além disso, a imposição de limites de juros e a indução de renegociações com elevados descontos podem comprometer a adequada precificação de risco pelas instituições financeiras. Esse tipo de intervenção tende a gerar distorções na alocação de crédito, afetando a eficiência do sistema e podendo resultar em restrições futuras à oferta de financiamento. Outro ponto de atenção diz respeito aos incentivos econômicos gerados. A recorrência de programas de renegociação pode enfraquecer a cultura de pagamento e estimular comportamentos que geram impactos negativos sobre a disciplina financeira no longo prazo.

Em março de 2026, o volume total de dívidas em atraso alcançou cerca de R$ 557 bilhões, distribuídos em aproximadamente 338 milhões de registros de dívidas, envolvendo cerca de 83 milhões de inadimplentes no Brasil, segundo o Serasa.

Imprensa FIEMG

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